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20/01/2004 11:43
O Professor
Confesso já ter agido como ninfeta por diversas vezes, aos quinze principalmente eu adorava o fato de eu ter pouca idade, mas um corpo formado que confundia a cabeça dos homens, pernas bem torneadas e coxas grossas, seios pequenos mais de notável beleza, cabelos sempre compridos e negros, as bochechas do rosto eram como maças rosadas, um arzinho de moleca e um jeitinho de chupar os dedos quando lambuzados pelo sorvete que quase sempre escorriam pela minha boca carnuda percorrendo o pescoço e às vezes pingando entre meus seios, sempre gostei assim, de chupar com vontade, e não gostava de comer no copinho como as outras meninas, tinha que ser na casquinha, e eu ainda mal sabia o tesão que aquilo causava em algumas pessoas, descobri que o simples pode ser excitante. Reprovei o último ano do Segundo Grau por causa de falta, aos dezesseis eu trabalhava período integral e chegava cansada, ai eu ia ficar com a minha namoradinha na época, ela também reprovou... Terminamos o namoro eu mudei de escola e de cidade, fui mora com mais duas amigas...Na nova escola eu não conhecia ninguém, ficava só na primeira semana de aula, mas isso não durou muito, em poucas semanas eu era bem popular, fazia parte do Grêmio Escolar, e todos os garotos e alguns professores me olhavam diferente, Fiquei sacando todos eles, e boa parte da direção era composta por gays, lésbicas, bissexuais, enrustidos e alguns sexualmente frustrados, eu freqüentava as festinhas particulares que os professores faziam e rolava muita bebida, maconha e Rock in Roll, eu realmente adorei a nova escola!!!
Eu era, melhor, acho que ainda sou uma frenética compulsiva por paixões inventadas, sei que é esquisito, mas eu realmente inventava paixões, paixões amenas que me deixava num estado de espirito maravilhoso e a próxima vítima eu já havia escolhido, aconteceu sem querer, de forma natural. De todas as disciplina a que eu mais gostava era história e as aulas eram sempre as duas últimas de segunda-feira, ele era perfeito, não havia beleza confesso, mais a sua inteligência despia a sua alma e o revelava aos poucos, ele era alto, alguns poucos fios de cabelos brancos e uma voz que me deixava minha carne trêmula, percebi que eu também lhe chamava atenção, ele era um socialista, Esquerdista, assim como eu e no decorrer do tempo comecei a ficar após as aulas para tirar dúvidas, conversar sobre política e é claro tentar seduzi-lo, fumávamos dois ou três cigarros enquanto conversávamos, e pedir o isqueiro acabou virando uma espécie de desculpa para poder velo nos dias em que ele não me dava aula, mas ele era um homem casado, odiava quando o brilho de sua aliança ofuscava meus olhos, olhos incessantes que o engolia com ânsia e depois deviam como se nada quisessem fazer...Ele dificultava cada vez mais quando se mostrava um homem sério e até me falava da sua esposa e filhinha, algumas vezes até me ofereceu carona, eu aceitava toda empolgada, e ele ia conversando, comecei a ganhar sua confiança e ele até me revelara algumas de suas frustrações, mas ele me deixava em casa e se despedia com um simples Até logo, e boa noite, e eu desconsolada ia embora com um sorriso qualquer no rosto.
Todas as segundas-feiras eram cheias de expectativa, era percebível a nossa troca de olhares e os comentários e indiretas que ela fazia, não conseguia entender porque que na frente da turma ele se comportava de tal maneira, dissimulada, e quando estávamos a sós ele era o cara Partidário pai de família, essa paixão estava começando a ficar chata.
Certa vez sai do trabalho mais cedo e passei em casa pra tomar uma ducha, queria algo confortável, mas, que fosse bunitinho, afinal era segunda-feira. Coloquei o meu simpático velho e confortável coturno com meias brancas, mini-saia de pregas, do tipo colegial, um blusa branca de botões que eu deixava semiaberta para mostrar um pedaço da renda branca do meu sutiã e um óculos sutil, apenas para me deixar com um arzinho de intelectual.
Na escola, todo mundo me achava louca por causa das roupas que eu usava, hora com cara de secretária quando ia direto do trabalho, hora hipponga, outras vezes meio gótica, e assim vou, eu sabia que naquele dia eu estava mais linda do que nunca, exalava feromônios pelos poros... Naquele dia haveria palestra e um tipo de debate durante a aula dele, fiz questão de voltar do intervalo atrasada, voltei chupando um pirulito de coraçãozinho vermelho, e para que ninguém percebesse as minhas intenções, eu trouxe mais alguns extras e distribui para os colegas mais próximos, eu entrei na sala de aula brincando, causando euforia nos outros alunos, quando notei uma voz mais alta pedir para eu me sentar, era ele que com um olhar de reprovação me deixou excitada, notei também que ele dera uma conferida na minha roupa e deixou escapar um sorriso leve, no canto da boca. Estávamos em circulo e eu sentei-me de frente pra ele, e com gestos sinuosos comecei a provocação, cruzava e descruzava as pernas, e demorou um pouco até ele notar que eu não usara nada por baixo da saia, ele não queria acreditar que o que ele estava vendo era meus pelos pubianos, com a cabeça baixa eu olhava pra ele por cima dos óculos e sorria discretamente, enquanto ele falava eu o olhava e chupava o pirulito, lambia, sugava, queria que ele entendesse que se ele deixasse eu iria fazer tudo aquilo com o pau dele, passava minha mão na nuca, deixando ela deslizar devagar em direção aos meus seios, tudo é claro sem dar alarde para que os outros alunos não percebessem que eu estava louca de vontade de dar pra ele. O debate começou. E eu o provocava cada vez mais, percebi que ele estava suando, começou a morder a caneta, parou quando percebeu que ele havia a destruído com seus dentes enérgicos.
Era 22:50hs, já não havia mais turmas no colégio e ele dispensou os alunos, demorei a recolher os cadernos e fingi estar prestando atenção nas perguntas que outro aluno fazia, esperei que todos saíssem, peguei os meus livros e fui em sua direção e como era de costume pedi o isqueiro para acender um cigarro, ele num gesto nervoso olhando para baixo enquanto juntava uns papéis me entregou o isqueiro perguntando porque eu ainda não havia comprado um, automaticamente segurei firme a mão com que ele me entregava o objeto e coloquei-a entre minhas pernas, deixei que ele sentisse o quanto eu estava molhada, e foi retirando a sua mão vacilante de baixo de minha saia com os lábios bem perto dos dele disse-lhe que o único fogo que eu possuía era aquele fogo molhado e que me escorria as pernas, desci abrindo seu zíper e ajoelhei em seus pés, tirei o seu pau grosso, duro e pulsante pra fora e reproduzi os movimentos de lambidas e sucção feitos anteriormente com o pirulito, ele gemeu e numa ação única de brutalidade ele me jogou em cima de sua mesa, cai em êxtase quando o abracei com as pernas e ele num ato de selvageria abriu-me a blusa e chupou meus seios, ele estava sedento e eu percebi que a voluptuosidade íntima havia absorvido todos os outros sentimentos, chupou-me os seios, lambeu-me a barriga e agora agredia prazerosamente o meu sexo com a língua, fiquei de quatro sobre a mesa e ele me lambia por trás feito cachorro no cio, não resistiu e até me deu uns tapinhas, me chupava, lambia e mordicava minhas coxas, virou-me novamente de frente e agarrou firme meus cabelos abrindo as minhas pernas e me penetrou com força, entrando fundo, gemi, um gemido ensurdecedor e ele parou, permanecendo imóvel dentro de mim por mais ou menos cinco segundos, um silêncio que fora quebrado pela respiração ofegante, me possuiu até que todas as suas fossem consumidas, gozou um gozo lindo entre meus seios e desfaleceu nos meus braços. Sorrindo levantou, e sem perder o se jeito de homem sério arrumo-se e me ofereceu um cigarro, segurei o cigarro entre os dentes enquanto ajeitava meu sutiã, esperei ele acender o cigarro dele e peguei o seu isqueiro e coloquei-o no meu bolso depois de acender o meu cigarro, fui embora me despedindo apenas com um olhar, ele não falou nada, pois de alguma forma ele entendera que depois daquele dia eu nunca mais precisaria lhe pedir o isqueiro emprestado e nem ficaria após as aulas pra tirar dúvidas, e a minha política de relacionamento não seria a mesma, porque a minha sede havia sido saciada e a minha paixão sida morta ali mesmo, em cima dos livros.
enviada por Pecadora
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