Luxúria

25/05/2004 15:08
http://ledsabbath.zip.net
enviada por Pecadora



26/04/2004 17:50


Mudei para:



http://ledsabbath.zip.net/


Aguardo vcs lá...

Beijos cheios de pecados...



enviada por Pecadora



19/02/2004 16:43


Esta tarde esta sendo um erro, tento evitar o primeiro cigarro, mas ouvindo a música Summertime “Janis Joplin” fica cada vez mais difícil...
Perdoe-me, mas preciso desabafar...

... Querem cortar minhas asas, uma parte de mim teme em perder a liberdade, a outra parte teme que a minha liberdade me faça voar em ânsia e eu me perca como um pássaro na escuridão da noite.O sentimento é complexo, porém inerente de mim...
Em meus conflitos interiores participo de lutas onde meu maior adversário sou eu mesma,com outros nomes, outras faces...Eu submissa, eu normal como nunca fui, conflitos com meu oposto, não sei onde estou, desconheço meu rosto e confundo quem sou, o resto perfeito dos meu dias...




enviada por Pecadora



19/02/2004 13:53



Olá Pessoas...Esse é um texto da carioca Milly Lacombe, 36 anos,jornalista e colunista da TPM...Achei muito lindinhu...
Esse é o amor que todas nós queremos...

QUANDO O AMOR NÃO ACABA...


Foi durante o sempre doloroso processo de separação que Tati me fez ver com clareza por que me apaixonei por ela

A culpa – porque sempre existe culpa quando se trata dessas coisas do coração – foi de uma calça cor-de-rosa da Levi’s. Uma dessas 501, de cintura baixa, bem baixa. Quando ela entrou na redação usando aquela calça, fiquei maluca. Mas ali não havia muito o que fazer. Ela tinha namorada, era praticamente casada, e eu teria que me contentar com as sempre bem-vindas, mas muitas vezes insuficientes, fantasias. Foi esse meu primeiro contato visual com a Tati, minha mulher e companheira nos últimos dez anos.
Depois do episódio da Levi’s rosa, como elas – calça e proprietária – não me saíam da cabeça, decidi investir numa improvável amizade e esperar por uma janela de oportunidade. E fui me aproximando, ficando mais íntima, mais amiga, confidente, conselheira, até que, finalmente, já completamente apaixonada, vi uma brecha. No começo, foi um relacionamento tumultuado, cheio de idas e vindas, de traições e culpas. Até que ela resolveu se mandar sozinha para uma temporada na Califórnia e, quatro meses e 11 mil milhas depois, lá estava eu atrás dela, na terra onde o sol sempre brilha. E foi então que minha alma percebeu que havia chegado em casa. Tati era tudo pra mim. Me dava colo, conforto espiritual, me aprumava, me acariciava, me namorava.
Ao lado dela, e incentivada por ela, cresci, amadureci e fui feliz. Tati cuidava da grana, da comida, das burocracias pentelhas do dia-a-dia e, claro, de mim. Eu ficava incumbida de lavar a louça, de fazer ela rir e de dançar devagarinho com ela na sala, à noite, bem tarde, enquanto o mundo dormia. Juntas, fazíamos supermercado, ginástica, líamos na cama, levávamos os sobrinhos ao cinema, escolhíamos os móveis da sala, os filmes do fim de semana, o sabor do sorvete, a próxima viagem. Conversávamos sobre a vida, planejávamos o futuro, tentávamos entender o passado e ríamos muito. Ríamos das coisas engraçadas, das coisas tristes, das coisas bobas, das coisas sérias – em minha memória, existe um arsenal imenso de risadas compartilhadas com minha companheira de cabelos castanhos, pele e olhos cor de mel.
Tati dormia abraçada comigo, me coçava as costas, lia meus textos antes de publicados, fazia correções, sugestões e colocava a cabeça em meu ombro quando falava, sempre com extrema competência e simplicidade, sobre as coisas mais profundas da vida. Levava vinte minutos escovando os dentes antes de deitar porque estava convencida de que assim evitaria futuros problemas na gengiva, passava creme no rosto dando tapinhas leves na testa e na bochecha num ritual delicioso e que todas as noites me fazia rir, dormia sempre de bruços e sempre muito silenciosamente, e, antes de engolir qualquer bebida, “mastigava” o líquido para “fazer com que ele descesse mais quentinho”.
Ela me fez ver o que eu jamais teria visto sem ela. Me fez chegar a lugares que eu talvez levasse uma vida para chegar, se chegasse. Me fez ser um tipo de pessoa que eu muito provavelmente nunca conseguiria ter sido. Tati me fez acreditar que eu podia, que eu devia, que eu precisava ouvir os anseios mais profundos da minha alma. Me fez optar pela estrada certa, mesmo não sendo a mais fácil ou nítida.
Há algumas semanas, Tati e eu decidimos seguir caminhos separados. Depois de passar dez anos respirando o mesmo ar que ela, estou reaprendendo a dar meus passos sem ser amparada, sem ser observada, sem minha maior admiradora e fã. E foi durante o sempre doloroso processo de separação, esse que divide CDs, livros, guarda-roupa (no caso de casais gays, claro) e a alma, que ela me fez ver com clareza exatamente por que me apaixonei perdidamente por ela há dez anos.
Tati é magnânima, delicada, inteligente, doce, sensível, carinhosa, linda e, acima de tudo, me ama com um tipo de desinteresse genuíno que normalmente esperamos receber apenas de nossos pais.
Em minha memória, sobraram fragmentos de imagens apaixonadas, engraçadas, divertidas, inesquecíveis: ela e eu decidindo o jantar daquela noite, fervendo a água para o macarrão, brindando nosso relacionamento com vinho tinto, rindo alto de algum episódio de Friends, fazendo panqueca no café-da-manhã, jogando raquetinha na praia, tênis no clube, comprando pão francês na padaria, o quindim do Pinheiros, correndo na pracinha, conversando na cama antes de dormir, brincando de fazer amor.
Tati me fez mulher, me fez feliz, me fez quem sou. Tati foi embora, mas deixou seu sorriso perfeito, branco, aberto, sincero, sempre apaixo-nado. E a Levi’s cor-de-rosa, evidentemente. Porque ela sabe que os ci-clos da vida são feitos de pequenos e aparentemente insignificantes detalhes – e de pessoas. Pessoas, para os que têm sorte, como a Tati.




enviada por Pecadora



18/02/2004 15:35



Cala-me a boca com teu calmo sedento beijo
Faze-me esquecer das palavras
Abafe meus gemidos com teus lábios mornos
Agora molhados...
Deixa-me sentir a tua língua em meu mamilo
Viçosos e excitados...
Percorra-me com tuas mãos deleitando-se nas ancas
de minhas curvas
Teu corpo claro
Agora em minha boca de maça madura
Abra-me,
Delicie-se no interior de minha coxas
Gemo...
Sinta o cheiro do meu sexo
Esqueça-o,
Ele não pode ser seu agora!
Minha carne trêmula
Sinto e toco o talo nu escondido
Teu olhar,
Teu sexo viril
Dança contraditória de mentes
Encaixe perfeito de corpos
Copulação perfeita que ficou no pensar...




enviada por Pecadora



17/02/2004 13:35


A Casa dos Budas Ditosos

Até que em fim chegou em Brasília o espetáculo onde Fernanda Torres, sozinha no palco, encarna uma mulher que defende a liberdade sexual.Tuuuudo de Bom, eu a pouco tempo havia ganhado o livro de minha AMIGA, este livro escrito por João Ubaldo Ribeiro onde a peça foi baseada, uma leitura instigante e sadia.
Bom, se o intuito da personagem real era fazer com que as pessoas que o lessem tivessem vontade de come-la, de dar pra ela, ou aumenos se masturbarem enquanto lessem,ela conseguiu... Pois por muitas vezes eu me permiti, e ao sair do teatro após ter assistido o espetáculo, eu sai querendo comer a Fernando, que era quem a representava naquele momento. Imagine, nós éramos em seis as pessoas que foram ver a peça, um casal gay, um lésbico e um hetero...A diversidade se entendendo!!!heheheh
A atriz recorda as peripécias dessa mulher, uma senhora de 68 anos, contadas com muito humor numa espécie de "palestra" sobre o assunto. A narrativa utiliza a irreverência para tratar de questões como incesto,sexo grupal,sadomasoquismo e outras variantes do tema. Tuuudo de Bom, e a Fernandinha esteve ótima!!!
Quem tiver a oportunidade de ler, LEIA!
Caia na Tentação: http://www.objetiva.com/releases/239-6.htm




enviada por Pecadora



17/02/2004 10:51


Eles tanto quanto Elas preferem as safadas
Por: Alexandra Blandy, adaptado por mim...

É a mais pura verdade, que me desculpem as “santinhas” mas os homens tanto quanto as mulheres que também gostam de mulheres gostam mesmo é de mulher safada. A preferência é unânime, mesmo entre aqueles que se dizem conservadores.

“Adoro uma mulher safada que gosta de uma boa sacanagem, assim fica muito mais divertido e dificilmente a relação cai na rotina.”
Rodrigo C. Jr., advogado, 48 anos

Safadezas realmente dão uma apimentada na relação, inspiram a criatividade e propiciam momentos de muito prazer. Mas se você é do tipo retraída e tímida e acha que safadezas não combinam com você, esqueça! Qualquer mulher pode ser safada quando quer. Ninguém nasce safada, aprende a ser...

“Uma noite jantando num restaurante super sofisticado com minha namorada, ela me lançou um olhar de piranha, pegou na minha mão e a levou até o meio das suas coxas e depois me disse que estava sem calcinha, fiquei louco de tesão!”
Fabiano Alves, engenheiro elétrico, 32 anos

Para ser safada não é preciso ser vulgar, uma coisa é bem distinta da outra. A vulgaridade definitivamente estraga qualquer gesto sensual. A mulher safada é inteligente, sabe como provocar num simples olhar, num simples gesto.

“Ela se sentava na primeira carteira da fila, bem em frente a minha mesa e eu ficava maluco só de ver o jeitinho com que ela colocava a caneta na boca e cruzava e descruzava as pernas para me provocar.”
Marcos S. Ferraz, professor universitário, 37 anos

Use da sensualidade, uma mulher sensual é aquela que consegue seduzir com o tom da voz, com um olhar marcante, com a maneira de andar... Nada de usar roupas chamativas, com decotes muito ousados ou calças justas, pois a sensualidade não está no seu corpo e sim no modo como o conduz.

Que tal liberar aquele vulcão que mora aí dentro, hein? Vamos, arrisque, seja ousada, no mínimo o seu gato ou sua gata vai ter uma bela surpresa.




enviada por Pecadora



31/01/2004 11:49


Meus olhos se mantiveram abertos durante todas as noites até que o sol chegasse e os fechasse. Percebi que sentimentos que andavam adormecidos foram despertados... Muitas perguntas e poucas respostas, e é claro uma inversa leve recaída. Poderia eu estar resgatando algo que se perdeu no passado e nas confusões de sentimentos? Queria eu ter a certeza de novamente não estar cometendo um erro!
Mas por outro lado, depois de tantas decepções, que mau faria quebra a cara mais uma vez? É tão ruim estar no meio de tantas pessoas e ainda se sentir tão vazia, pequenina... Não quero ser mais uma pessoa a não saber o que quer, queria poder mostrar a nudez de meus pensamentos...
Me despir desta burca que esconde a minha verdadeira essência, fazer do meu corpo e mente uma só canção que não seja promiscua.
A ânsia de vida e liberdade que há em mim quando bem entendida é a porta para a compreensão do meu ser...


enviada por Pecadora



25/01/2004 11:48


Erotismo Emocional

Encontrarei sua presença e a completarei
Atrairei suas dúvidas e lhe mostrarei as respostas
Olharei através do seu espírito e o desvendarei
Beijarei sua alma e sentirei o sabor de sua paixão
Acariciarei lentamente as curvas de seus pensamentos
Despirei sua mente das máscaras a que você se impôs
Deixarei exposto o corpo de minha sinceridade
Sentirei as personalidades abrigadas em seu seio
Explorarei toda a textura de sua cútis emocional
Passarei a minha língua para aliviar seus temores
Invadirei as partes mais íntimas de sua existência
Penetrarei várias vezes nos seus mais profundos desejos
Darei o prazer de que necessita o útero de sua vida
Expelirei o líquido de minha fascinação
Relaxarei ao seu lado após nossa concepção etérea





enviada por Pecadora



20/01/2004 11:43


O Professor

Confesso já ter agido como ninfeta por diversas vezes, aos quinze principalmente eu adorava o fato de eu ter pouca idade, mas um corpo formado que confundia a cabeça dos homens, pernas bem torneadas e coxas grossas, seios pequenos mais de notável beleza, cabelos sempre compridos e negros, as bochechas do rosto eram como maças rosadas, um arzinho de moleca e um jeitinho de chupar os dedos quando lambuzados pelo sorvete que quase sempre escorriam pela minha boca carnuda percorrendo o pescoço e às vezes pingando entre meus seios, sempre gostei assim, de chupar com vontade, e não gostava de comer no copinho como as outras meninas, tinha que ser na casquinha, e eu ainda mal sabia o tesão que aquilo causava em algumas pessoas, descobri que o simples pode ser excitante. Reprovei o último ano do Segundo Grau por causa de falta, aos dezesseis eu trabalhava período integral e chegava cansada, ai eu ia ficar com a minha namoradinha na época, ela também reprovou... Terminamos o namoro eu mudei de escola e de cidade, fui mora com mais duas amigas...Na nova escola eu não conhecia ninguém, ficava só na primeira semana de aula, mas isso não durou muito, em poucas semanas eu era bem popular, fazia parte do Grêmio Escolar, e todos os garotos e alguns professores me olhavam diferente, Fiquei sacando todos eles, e boa parte da direção era composta por gays, lésbicas, bissexuais, enrustidos e alguns sexualmente frustrados, eu freqüentava as festinhas particulares que os professores faziam e rolava muita bebida, maconha e Rock in Roll, eu realmente adorei a nova escola!!!
Eu era, melhor, acho que ainda sou uma frenética compulsiva por paixões inventadas, sei que é esquisito, mas eu realmente inventava paixões, paixões amenas que me deixava num estado de espirito maravilhoso e a próxima vítima eu já havia escolhido, aconteceu sem querer, de forma natural. De todas as disciplina a que eu mais gostava era história e as aulas eram sempre as duas últimas de segunda-feira, ele era perfeito, não havia beleza confesso, mais a sua inteligência despia a sua alma e o revelava aos poucos, ele era alto, alguns poucos fios de cabelos brancos e uma voz que me deixava minha carne trêmula, percebi que eu também lhe chamava atenção, ele era um socialista, Esquerdista, assim como eu e no decorrer do tempo comecei a ficar após as aulas para tirar dúvidas, conversar sobre política e é claro tentar seduzi-lo, fumávamos dois ou três cigarros enquanto conversávamos, e pedir o isqueiro acabou virando uma espécie de desculpa para poder velo nos dias em que ele não me dava aula, mas ele era um homem casado, odiava quando o brilho de sua aliança ofuscava meus olhos, olhos incessantes que o engolia com ânsia e depois deviam como se nada quisessem fazer...Ele dificultava cada vez mais quando se mostrava um homem sério e até me falava da sua esposa e filhinha, algumas vezes até me ofereceu carona, eu aceitava toda empolgada, e ele ia conversando, comecei a ganhar sua confiança e ele até me revelara algumas de suas frustrações, mas ele me deixava em casa e se despedia com um simples “Até logo, e boa noite”, e eu desconsolada ia embora com um sorriso qualquer no rosto.
Todas as segundas-feiras eram cheias de expectativa, era percebível a nossa troca de olhares e os comentários e indiretas que ela fazia, não conseguia entender porque que na frente da turma ele se comportava de tal maneira, dissimulada, e quando estávamos a sós ele era o cara Partidário pai de família, essa paixão estava começando a ficar chata.
Certa vez sai do trabalho mais cedo e passei em casa pra tomar uma ducha, queria algo confortável, mas, que fosse bunitinho, afinal era segunda-feira. Coloquei o meu simpático velho e confortável coturno com meias brancas, mini-saia de pregas, do tipo colegial, um blusa branca de botões que eu deixava semiaberta para mostrar um pedaço da renda branca do meu sutiã e um óculos sutil, apenas para me deixar com um arzinho de intelectual.
Na escola, todo mundo me achava louca por causa das roupas que eu usava, hora com cara de secretária quando ia direto do trabalho, hora hipponga, outras vezes meio gótica, e assim vou, eu sabia que naquele dia eu estava mais linda do que nunca, exalava feromônios pelos poros... Naquele dia haveria palestra e um tipo de debate durante a aula dele, fiz questão de voltar do intervalo atrasada, voltei chupando um pirulito de coraçãozinho vermelho, e para que ninguém percebesse as minhas intenções, eu trouxe mais alguns extras e distribui para os colegas mais próximos, eu entrei na sala de aula brincando, causando euforia nos outros alunos, quando notei uma voz mais alta pedir para eu me sentar, era ele que com um olhar de reprovação me deixou excitada, notei também que ele dera uma conferida na minha roupa e deixou escapar um sorriso leve, no canto da boca. Estávamos em circulo e eu sentei-me de frente pra ele, e com gestos sinuosos comecei a provocação, cruzava e descruzava as pernas, e demorou um pouco até ele notar que eu não usara nada por baixo da saia, ele não queria acreditar que o que ele estava vendo era meus pelos pubianos, com a cabeça baixa eu olhava pra ele por cima dos óculos e sorria discretamente, enquanto ele falava eu o olhava e chupava o pirulito, lambia, sugava, queria que ele entendesse que se ele deixasse eu iria fazer tudo aquilo com o pau dele, passava minha mão na nuca, deixando ela deslizar devagar em direção aos meus seios, tudo é claro sem dar alarde para que os outros alunos não percebessem que eu estava louca de vontade de dar pra ele. O debate começou. E eu o provocava cada vez mais, percebi que ele estava suando, começou a morder a caneta, parou quando percebeu que ele havia a destruído com seus dentes enérgicos.
Era 22:50hs, já não havia mais turmas no colégio e ele dispensou os alunos, demorei a recolher os cadernos e fingi estar prestando atenção nas perguntas que outro aluno fazia, esperei que todos saíssem, peguei os meus livros e fui em sua direção e como era de costume pedi o isqueiro para acender um cigarro, ele num gesto nervoso olhando para baixo enquanto juntava uns papéis me entregou o isqueiro perguntando porque eu ainda não havia comprado um, automaticamente segurei firme a mão com que ele me entregava o objeto e coloquei-a entre minhas pernas, deixei que ele sentisse o quanto eu estava molhada, e foi retirando a sua mão vacilante de baixo de minha saia com os lábios bem perto dos dele disse-lhe que o único fogo que eu possuía era aquele fogo molhado e que me escorria as pernas, desci abrindo seu zíper e ajoelhei em seus pés, tirei o seu pau grosso, duro e pulsante pra fora e reproduzi os movimentos de lambidas e sucção feitos anteriormente com o pirulito, ele gemeu e numa ação única de brutalidade ele me jogou em cima de sua mesa, cai em êxtase quando o abracei com as pernas e ele num ato de selvageria abriu-me a blusa e chupou meus seios, ele estava sedento e eu percebi que a voluptuosidade íntima havia absorvido todos os outros sentimentos, chupou-me os seios, lambeu-me a barriga e agora agredia prazerosamente o meu sexo com a língua, fiquei de quatro sobre a mesa e ele me lambia por trás feito cachorro no cio, não resistiu e até me deu uns tapinhas, me chupava, lambia e mordicava minhas coxas, virou-me novamente de frente e agarrou firme meus cabelos abrindo as minhas pernas e me penetrou com força, entrando fundo, gemi, um gemido ensurdecedor e ele parou, permanecendo imóvel dentro de mim por mais ou menos cinco segundos, um silêncio que fora quebrado pela respiração ofegante, me possuiu até que todas as suas fossem consumidas, gozou um gozo lindo entre meus seios e desfaleceu nos meus braços. Sorrindo levantou, e sem perder o se jeito de homem sério arrumo-se e me ofereceu um cigarro, segurei o cigarro entre os dentes enquanto ajeitava meu sutiã, esperei ele acender o cigarro dele e peguei o seu isqueiro e coloquei-o no meu bolso depois de acender o meu cigarro, fui embora me despedindo apenas com um olhar, ele não falou nada, pois de alguma forma ele entendera que depois daquele dia eu nunca mais precisaria lhe pedir o isqueiro emprestado e nem ficaria após as aulas pra tirar dúvidas, e a minha política de relacionamento não seria a mesma, porque a minha sede havia sido saciada e a minha paixão sida morta ali mesmo, em cima dos livros.




enviada por Pecadora



15/01/2004 11:43


O drive in


Entregaram-se numa mistura de romance, sexo e nada disso ao mesmo tempo

Era o céu que eu via deitada, com ele em cima de mim, mas isso não tinha nada de romântico. Minha cabeça tinha acabado de ser expulsa do carro porque não havia espaço para ela ali dentro. Isso me pareceu conveniente porque eu não estava mesmo usando muito o cérebro naquele momento.

Eu achei divertido, mas o céu não era romântico. E por que essa cobrança do romântico agora? Foi divertido e acabou. Quando dá lá a vontade maluca de transar com alguém, seu cérebro, seu coração, algum órgão do seu corpo pede para você parar porque não será romance e apenas sexo? Não, você fica burra e cardíaca e o único movimento ordenado do seu corpo é se molhar e se abrir. Então não me venha com essa de romance agora.

Era o céu que eu via, um pouco nublado, se chovesse naquele momento ia ser lindo, mas não seria uma chuva romântica. Não poderia ser: as pernas dele estavam para fora da janela do motorista, aquilo era ridículo, muito engraçado, e a chuva não poderia ser romântica.

Foi se aproximando, aproximando, meu joelho anestesiou depois de tanto bater no freio de mão, o chão era o teto do carro e a sensação maluca do mundo de pernas para o ar somada a movimentos perfeitos aproximavam num ritmo saudável o meu sempre atrasado prazer. Um fenômeno da natureza chamado chuva e outro chamado orgasmo pareciam chegar juntos, escurecendo o céu gradativamente.

Eu queria demonstrar o quanto aquilo era bom numa recompensa criativa e com um tom mais alto de espasmos verbais, mas estava sem espaço e acuada numa cabine nojenta de um drive in nojento. Aquilo definitivamente não era romântico.

O que era a cor daqueles olhos? O que era aquele cabelo pingando suor em meus seios? Mãos dadas e a nossa música tocando. Nossa música? Eu já estava raciocinando romanticamente achando que tínhamos uma música. Parecia ser romântico sim, acho que era… ele estava só de tênis, alguém gritava alguma coisa desconexa em algum lugar daquele pulgueiro e a camisinha vagabunda tinha cheiro de morango. Não querida, era só sexo mesmo.

Foi se aproximando, aproximando, até que ficamos abobados e o céu abriu em estrelas. Até que o pé caiu do chão de teto e abraçou um corpo suado deslizando até o banco. Até que meu escapulário enroscou no meu cabelo e ele teve um ataque de riso que me fez gostar mais dele.

Até que o CD parou de tocar e só restava no mundo a nossa respiração tentando reencontrar o equilíbro. Até que ele não se levantou depressa, cheio de medos, bloqueios e estranhices. Ficou abraçado comigo. Me beijando, quieto. Abraçado comigo. Sim, era romântico estar ali. Era…

Ele se levanta depressa, arranca a camisinha e grita cestaaaaaaaa acertando o lixo lá fora. Aumenta o som e começa a me mostrar o que aprendeu na aula de bateria: batuca no volante, no teto, na minha perna, na minha barriga, não, na minha cabeça não. Meu Deus, o que eu estava fazendo ali? Será que ele só ficou abraçado comigo porque o carro era pequeno e não tinha espaço para ele virar de lado e começar a roncar ou se levantar rápido cheio de compromissos e culpas?

Eu estava traumatizada com homens frios. Mas ali dentro fazia um calor desumano.

Será que o calor havia nos unido por aquele tempo porque levantar depressa seria propício demais a um desmaio?

Ele pára os batuques, me olha carinhoso. Diz que tenho um olhar blasé que o enche de paz. A vontade de gostar dele volta tão forte e assustadora que torço para ele falar uma besteira grosseira. Ele me abraça e volta a me beijar. Fico no colo dele um tempo. Ele me olha, olha, eu comento que nunca fiquei tão mole em toda a minha vida, querendo dizer o quanto ele me dava tesão, emoção, o quanto ele tinha poder sobre mim. O quanto eu era frágil ali no colo dele. Ele sorri, me dando uma beliscadinha cafajeste na bunda: “E eu nunca fiquei tão duro em toda a minha vida”.

Que bom que não era romance, que bom que não era só sexo. Era uma aventura num drive in, a última, espero. Da próxima vez vou aceitar o convite para o motel cinco estrelas e não dar nenhuma idéia maluca.


enviada por Pecadora



07/01/2004 11:39


O homem que não traía


"Ele a queria de costas porque olhar em seus olhos era traição"


Olha, vai indo pra lá e me espera naquela posição.

De quatro, de costas, de bruço, com a cara voltada para a parede, com a cara enfiada na poltroninha da sala moquifada de um flat moquifado. A cara encostada no geladinho da última chuveirada. De cara pro chão.

Assim ele a queria: sem olhar em seus olhos, sem beijar sua boca, sem sentir sua alma. Assim não era traição, ele pensava.

Ele era um homem sério, apaixonado pela mulher, apaixonado pelo filho que estava aprendendo a dizer papai, apaixonado pela instituição família, apaixonado pelo apartamento novo, apaixonado pela casa na praia com cadeirinha de balanço de frente para o mar, apaixonado pela profissão, apaixonado pelo salário, apaixonado pelo respeito que tinha por ser um homem de família e bem-sucedido, apaixonado demais pra ter alguma nova paixão.

Olha, vai indo pra lá e me espera naquela posição.

A posição ela podia escolher, desde que fosse qualquer uma em que ele não visse seu rosto.

Ela aceitava e tanta submissão a excitava. A hipocrisia disfarçada de todos os relacionamentos era a maior causa de sua angústia indescritível. Ela tinha um nojo da dualidade de intenções dos seres humanos que ora amam, ora usam, e preferia a clareza da sacanagem e a certeza do vazio.

Ela escutava o som da porta, o cheiro dele invadia o quarto e ela desabrochava como uma flor ao se alimentar do Sol, mesmo com tanta escuridão. Uma pressão sem a menor pretensão de carinho a lançava para frente, ele a prendia pelos cabelos.

Aquilo durava horas até que tanto suor trouxesse a obviedade do banho. Ele tomava primeiro e se despedia dela, sem olhar pra trás: tchau minha querida.

De volta para a rua cheia de casais que passeavam de mãos dadas, ela andava sem saber se sorria ou se chorava. Sentia-se violentada pela inexistência do amor e absurdamente feliz pelo mistério da outra mulher que a invadia vez ou outra. Lembrava de Chico Buarque e se sentia reconfortada pelas baixarias e putarias transformadas em poesia. Era um romance sujo, mas era um romance.

Olha, vai indo pra lá e me espera naquela posição.

Era um vício e talvez você não entendesse nada olhando para ela. Uma moça bonita, uma moça tão paparicada, uma moça tão menina. Ela tinha homens lhe oferecendo carinho em bandejas de ouro.

Mas talvez você entendesse a moça se mergulhasse fundo nas estranhezas do espírito e lembrasse de um dia em que se excitou com algo doloroso: um amor proibido qualquer, uma falta de telefonema qualquer, um fechar de rosto e um olhar sombrio no lugar de semblantes rosados de amor.

Quando o amor é falso, a mágoa é tão grande que você o trai amando justamente a falta dele.

Ou nem precisa tanto, talvez você entendesse a moça se algo tão preenchedor rasgasse seus orgulhos, suas certezas, suas dignidades.

Ele entrava nela e calava qualquer opinião formada, qualquer preconceito, qualquer direito de ser melhor que alguém. Era um alívio: ela era humana e suja como todos, era louca e estranha, era fraca… e o mundo se tornava menos feio e as pessoas mais passíveis de perdão.

Talvez você a entendesse se parasse de pensar um pouco e deixasse o corpo ir até onde o tormento manda. Você a entende bem.

Olha, vai indo pra lá e me espera naquela posição.

Estavam lá mais uma vez. Ela espremida, ele espremendo. O caldo sofrido de uma paixão. Um barulho estranho, a maçaneta manuseada impacientemente, alguém queria entrar ali. Era alguém que tinha errado de quarto e com um pigarreio envergonhado e velho se desculpava pelo erro.

Era tarde demais, com o susto ela tinha olhado para trás e eles haviam se olhado bem no fundo dos olhos por mais de dois segundos.

Você tá linda, esse corte de cabelo ficou ótimo em você… você tá bonita.

Ela o tentou beijar pela primeira vez e ele deixou. Tomaram banho juntos e ela fez uma brincadeira com as pintinhas das costas dele. Ele fez uma piada com a pintinha da virilha dela. Eles riram e ela o achou lindo. Ele a achou fantástica e inteligente. Ela beijou o pescoço dele e ele fez um carinho bem de leve nela . Ele a ajudou a sair da banheira e enrolou a toalha em seu corpo, dando um beijo em sua testa. Ela fez cara de menina, ele fez cara de proteção. Atravessaram a rua de mãos dadas, e nunca mais se viram.




Nossa!!! Havia mil e um postes a serem publicados , mas sinto que ainda estou entorpecida pela noite de ontem e as palavras se fazem confusas em minha cabeça, saberia eu descreve-la? Não. Tenho medo de que com palavras grosseiras eu possa estragar a magia, embora eu não saiba se pode existir algum tipo de magia em algumas pessoas alcoolizadas!!!....heheheh. Acho que tudo não passou de sacagem mesmo!
Estou pensando muito na noite de ontem e na de antes de ontem, no meu comportamento atual, eu realmente não me reconheço mais, e não sei se isto é bom...Mas tenho a certeza de que ando com os hormônios a flor da pele, tem sido muito prazeroso, mas o único perigo é que se eu antes não pensava duas vezes, agora é que eu nem paro pra pensar...rsss
Me masturbei esta manhã enquanto tomava uma ducha fria, relaxei, não queria pensar nos porquês, pensava apenas em relaxar e ter prazer, e prazer é o que eu mais tenho tido ultimamente, graças ao meu namorado maravilhoso, as mulheres da minha vida e a mim mesma que sou o meu maior objeto de prazer...







enviada por Pecadora



21/12/2003 11:38


NOITE DE SEXTA-FEIRA: Eu, Paula e Clara...

A proposta inicial era fazer com duas amigas ficassem, eu e a Paula saímos do trabalho e pegamos a Clara no shopping, fomos fazer umas comprinhas, estava com fome e as convidei para fazer um lanchinho lá em casa, era véspera de feriado e as garotas com quem eu morava haviam viajado, e eu por causa do trabalho só poderia ir no dia seguinte e ficaria aquela noite sozinha,. Bom, isso até nós passarmos no mercado e comprar cerveja, vinho e uns petiscos...Fomos pro meu Ap e tudo corria bem, trocávamos de cd a cada 15 minutos, até colocarmos Massive Attak e deixamos rolar, já um pouco embriagadas comentávamos o quanto as musicas eram insinuantes... rimos, dançamos e nos permitimos. Tudo começou porque eu estava usando um vestido frente única que deixava minhas costas nua e deitei de bruço na cama porque estava um pouco tonta, a Paula na intenção de não me deixar dormir, passou a garrafa de cerveja gelada na minhas nuca, arrepiei, e não contente por eu não ter levantado resolveu derramar a cerveja nas minhas costas, fiquei irritada, permaneci imóvel para o liquido não escorrer e molhar os lençóis, falei que só de raiva ela teria que secar com a boca, falei na brincadeira, mas ela me surpreendeu com uma gostosa lambida. Rimos da situação, a Paula ofereceu cerveja pra Clara, mas ela só aceitou na condição de também tomar a cerveja daquela forma, deixei acontecer e o meu corpo se tornou um tipo de recipiente para a degustação das bebidas, acabou o vinho e a cerveja, a Clara foi até a geladeira e pegou um pote de sorvete, me lambuzaram, o modo como me lambiam e chupavam era muito excitante, comecei a revelar meu desejo, deixei escapar por diversas as vezes alguns gemidos, meus quadris seguiam as batidas de Massive Attak que logo foi substituído pelos clássico de Mozart, pensei por diversas vezes que não podia fazer aquilo, que era pecado, elas eram minhas amigas, mas o proibido me deixava mais excitada ainda, e eu sabia que elas me queriam, eram como animais que devoravam minha carne branca e macia, pensei também em quantos homens morreriam de inveja se me vissem naquele momento, com duas mulheres maravilhosas... A Paula possui uma boca carnuda, daquelas que da vontade de beijar e morder sem parar, pernas torneadas e grossas, um longo cabelo marrom que moldura a sua silhueta, a Clara é dona de uma beleza exótica, mãos pequenas e macias, algo difícil de se descrever, muito doce e carinhosa. A disputa de bocas, mãos e pernas demorou mais do que hora, foi tuuudo de bom...Cansamos, bebemos mais alguns goles de vinho e fumamos um cigarro, relaxamos e fomos tomar banho juntas e durmimos agarradinhas, muito fofo!!! Acordamos e tomamos café da manhã, seguimos nossas vidas, viajei pela manhã e não tive tempo de arrumar a bagunça, retornei no domingo a noite junto com a minhas outras colegas com quem eu dividia o Ap, viram a bagunça e me perguntaram se eu havia dado uma festa na ausência delas, respondi que sim, e até tive vontade de contar tudinho, mas pensei e conclui que essas coisas as vezes é melhor guardar...




enviada por Pecadora



20/12/2003 11:36


SANTA INTERNET...

"Quando posso, dou minhas puladinhas de cerca virtuais. Um dia, eu estava inquieta, com uma superinsônia, e entrei numa dessas salas de bate-papo erótico. Logo conheci alguém interessante e começamos a conversar. Ele me pediu para tirar a roupa e fechar os olhos. Teclei o.k. e entrei no jogo. Então, meu parceiro foi descrevendo como começaria a nossa transa: primeiro ele beijaria meus pés, depois acariciaria isso e aquilo… Não sei explicar, mas alguma coisa acendeu dentro de mim. Comecei a massagear levemente meu sexo com a ponta dos dedos. Fiquei bastante excitada. Havia ali vários ingredientes para despertar o desejo de nós dois: o proibido, o perigoso, o inexplicável, o virtual... Tive um orgasmo tão intenso que, quando olhei para a tela, a letra M se repetia inúmeras vezes, no mesmo ritmo frenético que minha mão direita esbarrava na tecla. Uma loucura! No fim, o meu amigo virtual disse que gostaria de fazer aquilo tudo comigo de verdade, pessoalmente. Por isso, me deu seu telefone e, logo após o número, colocou a sua assinatura: FernandA!!!!!


enviada por Pecadora



19/12/2003 11:35


A Indecência pode ser saudável.

A indecência pode ser normal, saudável;
Na verdade, um pouco de indecência é necessário em toda vida
Para a manter normal, saudável.

E um pouco de putaria pode ser normal, saudável.
Na verdade, um pouco de putaria é necessária em toda vida
Para a manter normal, saudável.

Mesmo a sodomia pode ser normal, saudável,
Desde que haja troca de sentimento verdadeiro.

Mas se alguma delas for para o cérebro, aí se torna perniciosa:
A indecência no cérebro se torna obscena, viciosa,
A putaria no cérebro se torna sifilítica
E a sodomia no cérebro se torna uma missão,
Tudo, vício, missão, insanamente mórbido.

Do mesmo modo, a castidade na hora própria é normal e bonita.
Mas a castidade no cérebro é vício, perversão.
E a rígida supressão de toda e qualquer indecência, putaria e relações assim
Leva direto a furiosa insanidade.
E a quinta geração de puritanos, se não for obscenamente depravada
É idiota. Por isso, você tem de escolher.


(Poema de D. H. Lawrence,traduzido por Jorge de Sena)




enviada por Pecadora






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